quinta-feira, 14 de março de 2013

O Sistema Solar


Vamos iniciar a partir dessa postagem uma viagem a todos os principais objetos do Sistema Solar, falando sobre suas principais características e curiosidades. Fique ligado!

Hoje vamos falar sobre todo o conjunto desses astros: o Sistema Solar.

O nosso Sistema Solar abrange não somente o sol e planetas, mas muito mais que isso, abrange também cometas, asteróides, planetóides, satélites naturais.
Como sabemos, no Universo a distribuição de objetos e suas hierarquias são regidas basicamente pela força gravitacional. Portanto, como o sol é muito grande e contém uma massa imensa, ele é o foco principal de atração, reunindo em torno de si vários corpos ( o sol concentra 99,86% da massa de todo o sistema solar!).

Uma curiosidade interessante é que os astros ao redor do sol não orbitam exatamente o centro da estrela, mas sim o chamado Centro de Massa que está a . Isso acontece porque o Sol não está sozinho, mas existem diversos outros astros o orbitando, o principal astro que faz "arrancar" do centro do Sol o centro de massa é Júpiter, por ter uma massa muito grande também. A imagem abaixo representa bem claro esse fenômeno:

O centro de massa (representado pela cruz na imagem).

Mas o centro de massa do sistema solar não está fica fixo em um único lugar, ele varia de posição ao longo dos anos, veja:
Posições do centro de massa do sistema solar ao longo de algumas décadas.


Outra característica do importante é que as órbitas dos planetas e o equador celeste estão aproximadamente no mesmo plano. As órbitas são, também, quase circulares.


Ref. Introdução Astronomia e Astrofísica - INPE


Não perca as próximas postagens! Deixe aí seus comentários! Abraços.

quarta-feira, 6 de março de 2013

A origem da Semana

   Estamos tão envolvidos em nossas atividades do dia-a-dia que nem percebemos o tempo passar. E muito menos pensar na origem de algo tão costumeiro, a semana. De onde surgiu a semana? Vamos lá!

   Para começar, a palavra semana vem do latim septmana, que significa sete manhãs, era usado na Antiga Roma. O conceito de semana com 7 dias veio da duração de cada período lunar marcante ou da adoração aos sete astros errantes (o sol, lua e os planetas) pelos babilônios.
   O domingo era dedicado ao Sol, a segunda-feira à Lua, a terça à Marte, quarta à Mercúrio, quinta à Júpiter, sexta à Vênus e sábado a Saturno. Diversas línguas modernas como o espanhol, inglês, francês e alemão, utilizam como base o nome destes astros em latim para nomear os dias da semana: Solis, Lunae, Martis, Mercurie, Jovis, Veneris e Saturni.
   A língua portuguesa não seguiu essas denominações pela influência do cristianismo. As comemorações da Páscoa Cristã, originalmente, duravam uma semana de orações. Os dias da Páscoa eram chamados feriaes em latim, significa feriados. O domingo era chamado de feria-prima, a segunda era feria-segunda e assim por diante. O sábado vem da palavra latina Shabbath, que corresponde ao dia de descanso dos Hebreus. A denominação domingo usada pelos povos latinos se origina da substituição de feria-prima por dominica, imposta pelo imperador Flávio Constantino (280-337 d.C.), o que significa " o dia do Senhor", quando houve a conversão do imperador ao cristianismo.

Gostou, deixe seus comentários ai!!!
Até a próxima, abraços!



quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O que são as Constelações?

Constelação de órion

Constelações, sabe o que são?
Se sua resposta é não, é preciso aprender, pois é um conceito básico da Astronomia. Se você já sabe, leia também ;)

Uma constelação é uma simples configuração, um "desenho" projetado no céu, formado por linhas imaginárias conectando estrelas visíveis. Esses "desenhos" são associados a objetos, heróis, deuses dos povos que imaginaram esses conjuntos de estrelas.
A palavra constelação tem origem na palavra latina constellatio que significa "reunião de astros". No entanto, quando dizemos união de astros, não quer dizer que as estrelas de uma constelação estejam próximas umas às outras, ou interagindo gravitacionalmente, na grande maioria elas estão muito distantes entre si.
As 48 constelações clássicas foram reunidas por Ptolomeu em 137 d.C. Parte dessas constelações simboliza estórias e mitologias vindas dos povos da antiguidade, como os da Mesopotâmia e Egito. Em 1929, a União Astronômica Internacional (UAI) estabeleceu uma cartografia completa do céu contendo 88 constelações no total.
As 40 acrescentadas na era moderna foram definidas na época das grandes navegações. Simbolizavam animais do "novo mundo" e objetos usados na navegação oceânica. Portanto essas constelações mais recentes situam-se no nosso hemisfério, o Sul.

O céu noturno do hemisfério sul



Deixem comentários!!! Até a próxima pessoal.







quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Características Mais Importantes de um Telescópio



Bem pessoal, na postagem anterior falamos sobre os dois principais tipos de telescópios, o refrator e refletor. Nesse post vamos valor sobre algumas características básicas sobre a óptica que é bom saber, principalmente se você planeja comprar um desses. Vamos lá!

Os telescópios, tanto o refrator quanto o refletor, têm características relevantes:

AUMENTO

 Aumento é a capacidade que esses equipamentos têm em aumentar o diâmetro angular dos astros, fazendo com que elas pareçam estar mais próximos.




ABERTURA DA OBJETIVA

Uma característica importantíssima é a abertura do telescópio, que nada mais é que o diâmetro da lente objetiva ( no caso dos telescópios refratores) ou do espelho primário ( no caso dos telescópios refletores). Como dissemos, o telescópio é dotado de uma lente ou espelho que coleta a luz do astro para depois aumentá-la, logicamente, quanto maior a abertura, mais luz é coletada. É aqui que temos um ponto chave, pois disso que saem outras características de grande importância, vejamos:

Poder Separador - é a capacidade que um telescópio tem de separar objetos angularmente muito próximos. Explicando melhor, se você desenhar dois pontos próximos em uma folha de papel e for afastando ele de você até que não é possível mais distinguir os dois pontos, vendo somente como se fosse um ponto, eles estão a uma distância angular de 2'' de arco ( dois minutos de arco) que é o limite do olho humano de separar objetos. Isso acontece com telescópios também, diâmetros maiores implicam em poder de separação maior, uma resolução maior.

Essas estrelas, a olho nu, são vistas como uma única, porque extrapolam o limite do poder separador do olho humano. Mas com um telescópio, é possível separá-las angularmente, ou seja, veríamos duas estrelas.

Magnitude Limite - magnitude, em uma explicação simplista, é o brilho de um astro. Magnitude positiva ( por exemplo, 2,10,11) são objetos que emitem pouca luminosidade, magnitude negativa ( -1,-10,-6) são astros que são muito claros como o sol, lua, a maioria dos planetas. Então, magnitude limite pode ser definida como o menor brilho possível de ser observado. É uma característica ligada também à abertura do telescópio. Nosso olho, por exemplo, consegue ver astros de até a magnitude 6, abaixo disso é invisível para nós. A título de curiosidade, a lua cheia tem uma magnitude de cerca de -12, o sol cerca de -26. É muito claro.


Pessoal, espero que tenha sido esclarecedor para todos. Um telescópio têm essas características, que são, na minha opinião, as mais importantes, que todos têm que saber, principalmente na hora de comprar um telescópio. Futuramente, postarei outras características, não menos importantes, desse instrumentos, e também de acessórios indispensáveis.

Deixem seus comentários!!!
Abraços.
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